Brasil


Doença respiratória bovina (DRB)

O que é?

A doença respiratória bovina ou mais conhecida como “pneumonia”, é resultado do desequilíbrio das defesas naturais do animal, associado a fatores externos, tais como: transportes, poeira, sazonalidade, agrupamento de animais, inversões térmicas, etc. Além disso, é causada por diversos agentes infecciosos, como vírus e bactérias.

Os principais agentes infecciosos envolvidos no complexo da DRB são: os virais - vírus sincicial respiratório bovino (BRSV), vírus da parainfluenza tipo 3 (PI3), vírus da rinotraqueíte infecciosa bovina (IBR) e vírus da diarreia viral bovina (BVD); e as bactérias - Mannheimia haemolytica, Mycoplasma bovis, Pasteurella multocida e Histophilus somni.

Como detectar a doença?

Os primeiros sinais a serem notados são a perda de apetite, leve depressão, mucosa nasal ressecada e, às vezes, com secreção serosa. Por isto, nesta fase, os animais se distanciam dos demais, apresentando sinais como cabeça baixa, vazio afundado e tosse. Em seguida, a temperatura retal se eleva a mais de
40,0 °C, caracterizando um quadro de febre. Outros sintomas que podem ser observados são: lacrimejamento, corrimento nasal purulento e dificuldades respiratórias.

É muito importante que a doença seja detectada nos estágios iniciais, quando o trato respiratório ainda não está totalmente afetado. Desta forma, devemos prestar bastante atenção à presença de animais deprimidos, com o vazio afundado e separados do rebanho, tratando-os imediatamente.

A necropsia é imprescindível para um diagnóstico correto, pois, muitas vezes, os sinais clínicos da pneumonia são confundidos com casos de ingestão de objetos pontiagudos (reticulo pericardite traumática).

Como tratar?

Reconhecimento precoce da doença e tratamento com antibióticos de longa ação (como Terramicina® mais), são essenciais para o sucesso terapêutico. A dose de Terramicina® mais indicada é 1 mL para cada
10 kg de peso corporal, pela via intramuscular profunda, e não devem ser injetados mais de 10 mL em
um mesmo local.

No caso, de animais confinados que já estejam no terço final (>60 dias), a opção é um antibiótico eficaz e com baixa carência, como Excenel®. A utilização de terapia de suporte com vitamina C injetável pode auxiliar na recuperação dos animais. Com detecção tardia da doença, as chances de recuperação diminuem e pode haver aumento de casos crônicos e mortes.

Como evitar?

As pneumonias bacterianas são normalmente secundárias a uma infecção respiratória viral primária*. Portanto, o controle de infecções virais pode auxiliar na prevenção das pneumonias bacterianas e, para este controle, é recomendado o uso de vacinas atenuadas (vírus vivo), pois proporcionam rapidamente uma boa resposta imune. Pergunte a seu veterinário sobre CattleMaster® 4 e a vacina intranasal Inforce 3.

Extraído e adaptado de http://www.beefpoint.com.br/radares-tecnicos/sanidade/infeccao-umbelical-em-bezerros-de-corte-5104/ autores: Everaldo Dutra (Professor Adjunto do DAPSA, Unesp, Campus de Araçatuba, SP) e Luiz Carlos Louzada Ferreira (Médico-veterinário autônomo, Campo Grande, MS). Literatura consultada para onfalite: Riet-Correa et al. 1998. Doenças dos ruminantes e equinos. Editora Universitária, Pelotas, RS. 658 p.

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