Brazil

Mercado de Saúde Animal

O Brasil é uma das maiores potências mundiais no que diz respeito à criação animal. Segundo dados de 2015 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tem o maior rebanho bovino comercial do mundo, ultrapassando a marca de 215,2 milhões de cabeças. De acordo com a FNP, em 2016, o Brasil foi o quarto maior produtor de carne suína, com 41,36 milhões animais abatidos, produzindo mais de 3,7 milhões de toneladas e representando 10,3% das exportações mundiais.

No mercado de aves, o Brasil ocupa a liderança mundial em exportações, tendo alcançado uma produção anual mais de  13,8 milhões de toneladas em 2016, segundo FNP.

Segundo maior exportador mundial de carne bovina em 2016, a pecuária brasileira possui números expressivos: exportou aproximadamente 1,4 milhões de toneladas, diante de uma produção de 8,3 milhões de acordo com SECEX/MDIC/IBGE. O Brasil ocupa a quinta posição na produção mundial de leite com 32,6 bilhões de toneladas (USDA 2016).

Conforme divulgação do IBGE de 2013, o mercado brasileiro de animais de companhia é o segundo maior do mundo com uma população estimada de 52,2 milhões de cães e 22 milhões de gatos, permanecendo atrás apenas dos Estados Unidos. O setor de medicamentos veterinários participa de aproximadamente 17,9% do total movimentado na indústria de saúde animal, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal (SINDAN).

O crescimento da participação do país no cenário mundial do agronegócio aumenta exponencialmente. Dois dos três maiores produtores e exportadores de carne das Américas são empresas brasileiras. Segundo o Ministério da Agricultura, até 2020, a expectativa é que a produção nacional de carne bovina supra 44,5% do mercado mundial, a de carne de frango 48,1% e a de carne suína 14,2%. Tal representatividade acarreta maiores níveis de exigência quanto às práticas de produção e saúde animal.

O Brasil tem uma participação ativa em âmbito global, representando 7% do mercado de saúde animal. Segundo dados do SINDAN, mesmo diante dos desafios econômicos enfrentados pelo Brasil, o mercado brasileiro de saúde animal cresce uma média suavizada (CAGR) dos últimos cinco anos o percentual de 7,9% ao ano e movimentou R$ 4,5 bilhões em 2016.