Brasil

A importância de proteger o rebanho contra mastite

A doença pode reduzir em até 50% o volume de leite produzido, por isso é essencial realizar a prevenção e o tratamento ao mesmo tempo

 

Uma das enfermidades mais comuns nos rebanhos leiteiros do país, a mastite exige atenção dos produtores para não afetar a produtividade. A infecção, que causa uma inflamação na glândula mamária, pode ocorrer por meio do ambiente ou do contágio durante os procedimentos de ordenha. No primeiro caso, a infecção ocorre pelo contato com pasto, água, esterco e camas contaminadas por microrganismos. No segundo, a infecção acontece por problemas de procedimento e higiene durante a ordenha, como por exemplo, má desinfecção dos tetos, falta de uso de luvas pelos ordenhadores e ausência de manutenção no equipamento de ordenha.

A mastite pode reduzir em até 50% a produção de leite, alterando sua qualidade e poder nutricional, o que impacta diretamente no lucro dos produtores. A doença ainda pode comprometer a fertilidade e, em casos mais severos, levar o animal a óbito.

A doença pode ser classificada de duas formas. Na mastite clínica, os sintomas são visíveis e se observa a presença de grumos no leite, vermelhidão e edema no úbere. No caso da mastite subclínica, não são observados sinais clínicos, o que dificulta a identificação e o controle da doença dentro da propriedade. Neste caso, somente análises laboratoriais, com relatórios de contagem de células somáticas (CCS) e a cultura do leite são capazes de comprovar o diagnóstico.

O período seco é um excelente momento para tratar tanto as infecções clínicas quanto as infecções subclínicas que não foram curadas durante a lactação. Para garantir a saúde do animal e a qualidade do leite produzido, o ideal é a fazenda preconizar um período seco de 45 a 60 dias e realizar a terapia da vaca seca completa, como explica Cleocy Junior, gerente d eproduto de bovinos de leite da Zoetis, líder mundial em saúde animal. “Orbenin é o antibiótico intramamário ideal indicado para terapia de vaca seca. Seu longo período de ação, de sete semanas, proporciona excelentes taxas de cura de infecções pré-existentes que não foram curadas durante o período de lactação”.

A coordenadora explica também que é importante utilizar um selante de tetos após a administração do antibiótico intramamário, como o Teat Seal, produto que forma uma barreira física que impede a entrada de agentes ambientais no canal do teto durante todo o período seco.

 

Uso consciente de antibióticos

A Zoetis defende o uso responsável dos medicamentos antibióticos. A empresa iniciou um movimento de conscientização envolvendo especialistas, produtores e parceiros nesta questão. Uma das iniciativas concretas é o lançamento do site Uso Responsável de Antibióticos, com textos e vídeos sobre o tema.

 

Sobre a Zoetis

Zoetis é uma companhia global líder em saúde animal, dedicada aos clientes e seus respectivos negócios. Com um legado de mais de 60 anos de história, a Zoetis descobre, desenvolve, fabrica e comercializa vacinas e medicamentos veterinários, complementados por linhas de produtos para diagnósticos, testes genéticos e diversos serviços. A Zoetis trabalha continuamente com veterinários, produtores e pessoas que criam e cuidam de animais de produção e de companhia em mais de 100 países, com cerca de 9 mil funcionários. Em 2017, obteve faturamento de US$ 5,3 bilhões de dólares. Para mais informações, acesse www.zoetis.com.br.

 

Atendimento ao consumidor Zoetis: 0800 011 19 19